A autoridade de investigação de acidentes aéreos francesa
(BEA) será a responsável por recuperar a informação do voo que se despenhou no
passado domingo. A autoridade de investigação de acidentes aéreos francesa
(BEA) será a responsável por recuperar a informação das caixas negras do avião
da Ethiopian Airlines que se despenhou com 157 pessoas a bordo, no passado
domingo, dia 10 de fevereiro. Um responsável revelou à Associated Press que as
caixas já chegaram a França, mas não conseguiu estabelecer um período de tempo
previsto para a sua análise.
A Ethiopian Airlines referiu que uma delegação, liderada
pelo seu gabinete de investigação de acidentes, enviou os dados do voo e as
gravações do cockpit para Paris. Um responsável da companhia aérea referiu na
altura em que as caixas foram recuperadas, sob anonimato, que uma das caixas
estava parcialmente danificada.
A BEA tem experiência com tratamento de dados de quedas de
avião e os seus especialistas já foram consultados várias vezes quando se
tratam de aviões Airbus, pois a fábrica é sediada no país, conta a agência.
Mais de 40 países, incluindo os Estados Unidos, que foi um
dos últimos, baniram os Boeing 737 Max 8 depois de esta ser a segunda queda
fatal que envolve um avião deste modelo nos meses mais recentes.
Recorde-se que o avião da Boeing 737 Max 8 caiu seis minutos
depois da descolagem no passado domingo, não deixando sobreviventes - 149
passageiros e oito tripulantes.
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