Os
trabalhos avançam com mais lentidão do que era previsto. Os homens escavaram
1,5 dos 3,8 metros necessários para alcançar o local onde estará o menino. Os
trabalhos de resgate de Julen continuam esta sexta-feira, em Málaga.
Doze dias
depois, a operação entrou na sua parte mais perigosa. Os oito mineiros que
participam nesta fase trabalham em pares e trocam a cada 40 minutos, levando o
seu próprio oxigénio. A equipa conta também com a ajuda de dez guardas civis e
oito bombeiros.
Durante a
madrugada desta sexta-feira, os agentes especializados da Guardia Civil tiveram
de recorrer a micro-detonações na galeria que está a ser escavada para chegar a
Julen em duas ocasiões distintas devido à dureza do terreno.
Os homens
vão descer até aos 73 metros de profundidade, escavando agora na horizontal até
chegar ao local onde estará a criança, com recurso a uma pá, um martelo e um
machado.
Entre
engenheiros, bombeiros, guardas civis, militares e a Proteção Civil há mais de
300 pessoas a trabalhar nas operações de resgate.
Esta
quinta-feira à noite, recorde-se, familiares, amigos e vizinhos acorreram a uma
vigília para apoiar os pais de Julen.

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