As sementes são classificadas como superalimentos... e não é
difícil perceber o porquê. Embora não haja (ainda) uma definição científica para aquilo que é um
superalimentos, os nutricionistas tendem a classificar como super todos os
alimentos que, mesmo em quantidades pequenas, oferecem um vasto leque de
nutrientes e benefícios para a saúde. É o caso das sementes.
Este "gérmen minúsculo" que poderá dar vida a uma
planta quando entra em contacto com água ou terra é um alimento que deve fazer
parte de uma alimentação variada e equilibrada devido ao poder positivo que exerce
na saúde e bem-estar das pessoas.
As sementes são superalimentos pelo simples facto de as suas
"propriedades nutricionais" estarem "muito acima da maioria dos
alimentos que o ser humano ingere" diariamente, embora estes sejam também
importantes para um plano alimentar variado.
Entre as muitas sementes que o homem pode incluir na sua
alimentação, há umas quantas que se destacam: são elas a quinoa, o sésamo, a chia e a linhaça. Ao contrário da quinoa,
que pode ser usada como substituto do arroz e massa ou como ingrediente para
umas papas, as outras sementes podem ser apenas consumidas como topping,
bastando pequenas quantidades para ganhar mais saúde.

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