As cerimónias fúnebres de Estado
iniciaram-se na segunda-feira com o cortejo fúnebre, que partiu da sua
residência no Campo Grande até ao Mosteiro dos Jerónimos, onde esteve em câmara
ardente durante toda a tarde e até à meia-noite.
Na passada terça-feira, a câmara
ardente esteve aberta ao público entre as 08h00 e as 11h00. Duas horas depois,
a urna foi transportada para os claustros do Mosteiro, para a realização de uma
sessão solene evocativa de homenagem.
Pelas 14h00, a urna saiu dos
Jerónimos, tendo seguido no armão da GNR em cortejo com batedores da PSP,
guarda a cavalo da GNR e outras viaturas que levaram a família e altas
entidades. O cortejo parou no Palácio de Belém, Assembleia da República e no
Largo do Rato. Chegou ao Cemitério dos Prazeres pouco antes das 16h00 e as
cerimónias fúnebres terminaram pouco tempo depois, debaixo de fortes aplausos
de quem assistia. 16h28 - As cerimónias fúnebres de Mário Soares terminaram no
cemitério dos Prazeres, no jazigo onde está sepultada a mulher do antigo
Presidente da República, Maria Barroso, debaixo de fortes aplausos dos
presentes. Depois das cerimónias em frente à capela, durante as quais o Presidente
da República entregou aos filhos a bandeira nacional que cobria a urna de Mário
Soares e se ouviu a voz do antigo chefe de Estado, o cortejo passou ainda em
frente ao jazigo de Jaime Cortesão. Numa cerimónia mais reservada, a urna de
Mário Soares entrou no jazigo da família.
Foi disparada uma salva de 21 tiros
de artilharia lançada pela Marinha numa embarcação no Tejo em homenagem a Mário
Soares.
O corpo de Mário Soares chega ao
cemitério dos Prazeres, o último ponto de paragem do cortejo, onde também está
sepultada Maria Barroso.
O cortejo continua pela cidade,
rumo ao Cemitério dos Prazeres. Neste momento, passa pelo Largo do Rato, onde
centenas de pessoas esperavam junto à sede do Partido Socialista para
homenagear Mário Soares.

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